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	<title>Júlio Magalhães</title>
	<link>http://julio.tech-x-pert.org/blogs</link>
	<description>"Weblog" destinado à Tecnologia Educativa</description>
	<pubDate>Wed, 30 May 2007 10:33:12 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>&#8220;Mirando&#8221; o Challenge 07</title>
		<link>http://julio.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/29/mirando-o-challenge-07/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2007 22:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EaD]]></category>

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		<description><![CDATA[Este Challenges 07, o primeiro em que participo (como mero espectador), veio reforçar, o que desde o início do meu mestrado, alguns professores tentam apregoar: reflectir acerca do estado da educação e o modo como o uso das tecnologias informáticas estão a ser aferidas na nossa escola. Confesso: o modo como vejo a educação neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este Challenges 07, o primeiro em que participo (como mero espectador), veio reforçar, o que desde o início do meu mestrado, alguns professores tentam apregoar: reflectir acerca do estado da educação e o modo como o uso das tecnologias informáticas estão a ser aferidas na nossa escola. Confesso: o modo como vejo a educação neste país, hoje, é diferente (e para melhor, acho!) do modo como a via antes de ter iniciado o mestrado. O meu obrigado.</p>
<p>Início os meus comentários acerca do evento, dando os parabéns aos organizadores, não tanto pela (des)organização, mas sim pela escolha dos temas e pelos convidados aqui presentes.</p>
<p>Não passou, certamente, despercebida a intervenção de Marco Silva que veio debater “A docência presencial e on-line e o desafio comunicacional da cibercultura”. A sua intervenção foi bastante rica, pois permitiu-nos relembrar, citando na sua apresentação, alguns autores de renome na área da educação que criticam/criticaram a “Pedagogia da Transmissão” como Paulo Freire (“Ensinar não é transmitir conhecimento”) ou como Pierre Lévy (“Escola que há 5000 anos se baseia no falar-ditar do mestre”) ou ainda como Barbero (“Professores só sabem relacionar na transmissão linear separando emissão de recepção (&#8230;) permitindo que aumente o hiato entre a experiência cultural dos que falam e aquela dos que aprendem”).</p>
<p>Ainda sobre Marco Silva, gostaria de aqui focar uma das suas obras, bastante interessante, diga-se, “A sala de aula interactiva, 2006, 4ª edição” que nos permite reflectir acerca da interactividade e como usá-la numa sala de aula, mesmo para os fundamentalista do tradicionalismo, como refere o autor na obra:  “inicío esta reflexão convidando (aos críticos da interactividade) ao diálogo todos os que pensam assim. (&#8230;) Procurarei mostrar-lhes que não estão de todo equivocados&#8230;, convido ao pensamento que não simplifica porque está aberto à multiplicidade de pontos de vista.” Marco Silva (2006, pg.9)</p>
<p>Interessante, foi também a intervenção Adriana Gewerc da  Universidade de Compostela. A sua afirmação relativa a um dos maiores problemas do ensino, a formação dos professores, dá um pouco que pensar e torna-se importante reconhecer a sua verdade: “&#8230; processo de formação do professorado é um acto inacabado.”</p>
<p>Falou-nos de um assunto do qual estamos certos da sua natureza mas que nunca é demais falar, é preciso uma “modificação de atitudes, comportamentos”,  não podemos nós, professores, continuar com este sistema de ensino que se encontra esgotado, mais que esgotado, o ensino “não é só um processo de transmissão de conhecimento”. Porque não (começar a) usarmos estas novas ferramentas informáticas, como por exemplo os blogues educativos e os e-portefólios (entre outras) que “ajudam a sintetizar o processo, que complementam a aprendizagem&#8230;”?</p>
<p>Não posso terminar sem focar a intervenção de Fernando Costa – Universidade de Lisboa. Este foi, sem dúvida, tal como ele o afirmou, o mais polémico.</p>
<p>Quem não gostou das suas histórias?! E da semântica que cada uma acarretava? Em particular, a sua primeira história que nos apresentou, acerca do seu pequeno neto, que de muitas coisas que o rodeava se interessou pelo computador, ou melhor, pelo manuseamento do rato. Bastante interessante pensar que os nossos alunos, cheios de vivências e interesses variados e relacionados com a tecnologia sejam obrigados a ter aulas meramente teóricas, arredados da tecnologia que já faz parte da sua natureza. E porquê? Recordam-se de o Fernando Costa ter apontado o dedo aos professores? Não terá razão? A aquela afirmação de que as “tecnologias são muito mal usadas na nossa escola”? Tentou “aligeirar” estas questões, alargando ao plano europeu e dizendo que algumas das suas afirmações eram meras constatações e não estudos científicos. Mas estará assim tão longe da verdade?!</p>
<p>Havia lugar a tantas mais questões mas fico-me agora por aqui. No entanto, não posso deixar de criticar os moderadores que estiveram nas sessões concorrentes por usarem dualidades de critérios. Deixaram transparecer que “uns eram filhos e os outros enteados”. Para uns, o tempo foi de 10 ou 15 minutos e caso não o fizessem quase que os interrompiam à “força”, e para outros, relembro o caso que na minha opinião foi o mais exagerado, o caso do Eduardo Luís Cardoso da Universidade Católica que durou cerca de 25 minutos. E a sessão da tech-x-pert, não teria direito a mais uns míseros minutos para além dos seus 12?</p>
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		<title>EaD: algumas características</title>
		<link>http://julio.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/10/ead-algumas-caracteristicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 18:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EaD]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Anthony Kaye e Greville Rumble a Educação a Distância apresenta as seguintes características:

Atende uma      população estudantil dispersa geograficamente e, em particular, aquela que      se encontra em zonas periféricas, que não dispõem das redes das      instituições convencionais;
Administra    [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>Para <span>Anthony Kaye e Greville Rumble </span>a Educação a Distância apresenta as seguintes características:</span></p>
<ul>
<li class="MsoNormal"><span>Atende uma      população estudantil dispersa geograficamente e, em particular, aquela que      se encontra em zonas periféricas, que não dispõem das redes das      instituições convencionais;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Administra      mecanismos de comunicação múltipla, que permitem enriquecer os recursos de      aprendizagem e eliminar a dependência do ensino face a face;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Favorece a      possibilidade de melhorar a qualidade da instrução ao atribuir a      elaboração dos materiais didácticos aos melhores especialistas;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Estabelece a      possibilidade de personalizar o processo de aprendizagem, para garantir uma      sequência académica que responda ao ritmo do rendimento do aluno;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Promove a      formação de habilidades para o trabalho independente e para um esforço auto-responsável;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Formaliza vias      de comunicação bidireccionais e frequentes relações de mediação dinâmica e      inovadora;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>G</span><span>arante      a permanência do aluno em seu meio cultural e natural com o que se evitam os      êxodos que incidem no desenvolvimento regional;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Alcança níveis de custos      decrescentes, já que, depois de um forte peso financeiro inicial, se produzem      coberturas de ampla margem de expansão;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Realiza esforços que permitem      combinar a centralização da produção com a descentralização do processo de      aprendizagem;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>P</span><span>recisa de uma modalidade para actuar com eficácia e eficiência na atenção de necessidades conjunturais da sociedade, sem os desajustes gerados pela separação dos utilizadores de seus campos de actuação.</span></li>
</ul>
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		<title>EaD: vantagens e desvantagens</title>
		<link>http://julio.tech-x-pert.org/blogs/2007/05/09/ead-vantagens-e-desvantagens/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 20:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EaD]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a maioria dos defensores da EaD (Gutierres e Prieto, 1994; Medeiros, 1999; Preti, 1996), as vantagens da modalidade, são, resumidamente, as seguintes:

massificação      espacial e temporal;
custo reduzido      por estudante;
população      escolar mais diversificada;
individualização      da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>De acordo com a maioria dos defensores da EaD (Gutierres e Prieto, 1994; Medeiros, 1999; Preti, 1996), as vantagens da modalidade, são, resumidamente, as seguintes:</span></p>
<ul>
<li class="MsoNormal"><span>massificação      espacial e temporal;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>custo reduzido      por estudante;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>população      escolar mais diversificada;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>individualização      da aprendizagem;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>quantidade sem      diminuição da qualidade;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>autonomia no      estudo.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span>Das vantagens acima listadas é possível inferir que a EaD democratiza o acesso à Educação, atendendo a alunos dispersos geograficamente e residentes em locais onde não haja instituições convencionais de ensino. Propicia uma aprendizagem autónoma e ligada à experiência dos alunos, que não precisam se afastar do seu local de trabalho. Promove um ensino inovador e de qualidade, garantindo o acompanhamento dos professores, para tirar dúvidas, incentivar e avaliar os alunos. Incentiva a Educação Permanente, permitindo a actualização e o aperfeiçoamento profissional daqueles que querem aprender mais. Permite que o aluno seja realmente activo, responsável pela sua aprendizagem e, principalmente, aprenda a aprender.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os mesmos autores alertam para os possíveis riscos na adopção dessa modalidade educacional:</span></p>
<ul>
<li class="MsoNormal"><span>ensino      industrializado;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>ensino      consumista;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>ensino      institucionalizado;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>ensino      autoritário;</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>ensino      massificante.</span></li>
</ul>
<p><span>Além de romper o paradigma da tutela do professor, que muitas vezes gera insegurança no aprendiz, a EaD exige equipas especializadas na preparação, confecção e distribuição de material e o uso de uma nova linguagem na relação professor/aluno, agora mediada pelo material distribuído. Tais efeitos podem ser minimizados através do planeamento detalhado na realidade do aprendiz.</span></p>
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		<title>Boas-Vindas</title>
		<link>http://julio.tech-x-pert.org/blogs/2007/03/27/hello-world/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 07:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júlio Magalhães</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindo ao meu blogue na  &#8220;tech-x-pert&#8221;!
Blogue criado no âmbito da disciplina de &#8220;Ensino a Distância&#8220;  do mestrado em Educação - Tecnologia Educativa da UM.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindo ao meu blogue na  &#8220;tech-x-pert&#8221;!</p>
<p>Blogue criado no âmbito da disciplina de &#8220;<a href="http://www.nonio.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=378">Ensino a Distância</a>&#8220;  do <a href="https://elearning2.uminho.pt/webapps/login/">mestrado </a>em Educação - Tecnologia Educativa da UM.</p>
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